Falta de regra no IPO reverso abre brecha para crime se infiltrar na Bolsa
Falta de regra no IPO reverso abre brecha para crime se infiltrar na Bolsa
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A bolsa de valores brasileira vive uma abstinência de IPOs. Há mais de quatro anos não se vê uma grande companhia fazendo uma oferta inicial de ações na B3 — com a temporada prolongada de juros altos e incertezas eleitorais levando o investidor para o conforto da renda fixa. Isso não impediu que o sino soasse na Bolsa, com algumas empresas entrando pela 'porta dos fundos' por meio do chamado "IPO reverso".
Foi por esse caminho que os grupos Fictor — hoje em recuperação judicial — e Reag — em liquidação pelo Banco Central — passaram a negociar ações na B3: um atalho que permite acessar o mercado de capitais sem passar pelo crivo de governança exigido em uma nova listagem seguida de IPO.
"A listagem como empresa de capital aberto confere ao investidor a tranquilidade de que aquilo foi auditado, que a empresa existe e tem uma administração idônea", diz a advogada Lúcia Ferres, que lançou recentemente o livro "Do Comando e Controle à Regulação Responsiva: uma análise a partir da regulação do mercado de valores mobiliários". O livro é um raio X da atuação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e mostra como a captura e o enfraquecimento da agência abriram caminho para um escândalo como o do Banco Master.
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