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E agora, seguimos ou pensamos?

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19.02.2026

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E agora, seguimos ou pensamos?

Em Portugal, ao contrário do que o ditado faz crer, há uma obsessão com a culpa. Mais do que perceber o que aconteceu e porque aconteceu, o importante é dizer «O culpado foi Fulano». Nos acidentes de comboio invariavelmente essa culpa recaía na Sr.a Guarda da passagem-de-nível.

E mesmo que previsto e avisados, de que um dia isto vai correr mal, atribui-se então a culpa ao vento, à chuva, ao sol. Noites de insónia levaram-me, há uns anos, ao conhecimento das investigações de acidentes e incidentes com aeronaves. O objectivo dessas investigações é saber o........

© Diário As Beiras