Com ativo político da credibilidade e da soberania com reflexo eleitoral
O presidente Lula está em meio a uma metamorfose político-eleitoral gerada pela sua atuação internacional ao longo do terceiro mandato (2022-2026); nesse período, conquistou a confiança e a credibilidade em escala global que tendem a refletir positivamente em resultado eleitoral.
Pode-se dizer que Lula, nessa altura do campeonato, é o Pelé da política; a fama dele é mundial; foi com esse ativo de defesa da soberania nacional que conseguiu, nesta terça-feira, Dia do Soldado, apoio do senador bolsonarista general Mourão(Republicanos-RGS), para aprovação do projeto nacionalista de minerais críticos.
Trata-se ou não se sintoma de atração política de Lula relativamente aos militares na disputa com o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, aliado do bolsonarismo?
Essa aproximação com Mourão representaria ou não triunfo político de Lula nos quarteis, suplantando a visão bolsonarista de ultradireita vendilhã da pátria, de viés entreguista, anti-nacionalista, anti-soberania?
Lula conquista ou não apoio militar com a defesa da soberania nacional que o governo Trump desdenha na disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos no contexto do tarifaço protecionista imperialista?
CREDIBILIDADE E CONFIANÇA NACIONAL E INTERNACIONAL
O Fato é que a credibilidade alcançada por Lula no plano econômico e internacional está contribuindo para atrair os militares para o discurso lulista de defesa da defesa e soberania nacional como importante ativo político eleitoral.
De uma fase vergonhosa, com Bolsonaro pai, em que o Brasil virou pária mundial, com espetáculos ridículos de subdesenvolvimento político, nos salões dos palácios mundiais, nos cinco continentes, a situação, com Lula, mudou da água para o vinho.
Por que o presidente Donald Trump passou a tratar Lula com deferência, abrindo-se para conferências entre os dois presidentes sem intermediários em meios às tensões políticas, especialmente, na América Latina, sob Doutrina Monroe, de caráter imperialista?
Trata-se ou não do peso geopolítico relativo brasileiro no continente sul-americano e em toda a América latina, como o mais poderoso sócio do BRICS, ao lado da China e da Rússia, potencias comercial e nuclear, aliadas, com as quais Lula transita extrovertidamente na crise capitalista que os Estados Unidos enfrentam, perdendo espaço para os adversários?
LULA ENTRE ÁSIA E ESTADOS UNIDOS
O presidente Lula está em meio a uma metamorfose político-eleitoral gerada pela sua atuação internacional ao longo do terceiro mandato (2022-2026); nesse período, conquistou a confiança e a credibilidade em escala global que tendem a refletir positivamente em resultado eleitoral.
Pode-se dizer que Lula, nessa altura do campeonato, é o Pelé da política; a fama dele é mundial; foi com esse ativo de defesa........
