Do sonho americano à América proibida
Fala a emoção dos 14 anos. Febril, incrível e espetacular. O atrevimento notívago batia à porta como vício para ficar e o Mundial de 1994 foi consumido como se estivesse em viagem permanente pela América, parecia o futebol uma viagem etílica e delirante de Hunter S. Thompson. Sozinho, só acompanhado por muitos golos guardados em cassete, a horas impróprias, como sortido irresistível e sem prazo de validade, devorando o fulgor das lendas e o reino dos génios. E não se domavam as personalidades. É isso que ainda se vê, talvez pela última vez, em 1994. Maradona, Baggio, Romário, Stoichkov, Hagi ou........
