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'Inês é morta' na sucessão mineira

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11.08.2026

O senador Cleitinho (Republicanos) chega à disputa ao governo de Minas com a visibilidade e o recall de imagem de um político “popular”, conservador e antissistêmico. A forte presença nas redes atrai o eleitorado frustrado com a política. Ao acompanhar as novas alianças com ex-adversários insultados no passado, que se somam às idas e vindas de Cleitinho, o PL, que desde junho propunha uma coligação, considerou a aposta no senador incerta. Tratou de garantir o palanque próprio a Flávio Bolsonaro (PL) no estado: lançou Flávio Roscoe (PL), presidente licenciado da Fiemg. “Minas é Flávio”, é o slogan. Flávio chega à disputa pela tração do bolsonarismo.

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Cidades-pêndulo que decidirão a eleição

Ainda no campo da direita conservadora de viés bolsonarista está o governador Mateus Simões (PSD), que se sustenta na máquina do estado e, agora, conta também com o tempo de propaganda eleitoral gratuita para exibir o seu marketing de governo. Mateus Simões arrancou a Federação União Progressista dos braços de Marcelo Aro (PP), ex-secretário de Estado de Governo e candidato ao Senado, que, rompido com o governador, foi se aninhar no colo de Cleitinho. A aposta de Aro: se agarrar à garupa de Cleitinho e tentar ressuscitar as alianças que firmou com prefeitos, quando no governo. Já Mateus emprega o combo “máquina” para recuperar prefeitos conquistados por Aro e “tempo de propaganda”, para se apresentar à população mineira.

Se são três candidaturas ao governo de Minas concorrendo pelo voto do eleitor bolsonarista e da direita conservadora, para o Senado, a corrida não está menos disputada: Domingos Sávio (PL), Marcelo Aro, Carlos Viana (PSD) e Marco Antônio........

© Estado de Minas