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A polifonia autoritária

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16.03.2026

Eles agem quase sempre de modo semelhante. Desestabilizam, fazem um alarido, denunciam, mesmo sem provas ou argumentos. Foi assim no governo Vargas, nos anos cinquenta, salvo afinal pelo suicídio. Repetiu-se com Jango, pouco antes do golpe de 64. E ressurgem agora com intensidade. Em geral, prendem-se a um parente próximo: um filho, um irmão. Pode ser a mulher, alguém da família. O importante é ressaltar o cerco da podridão e, na comparação, sair-se bem, jogando areia nos seus próprios telhados de vidro. No momento, têm gosto eleitoral, ainda que a campanha, oficialmente, não haja iniciado. Como as tentativas de comprometer o filho do Presidente ou o seu irmão não prosperaram, apegam-se ao Supremo Tribunal Federal, com sanhas assassinas, para atingir Dias Toffoli ou Alexandre de........

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