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O apito da Globo, os ataques à Justiça e a ameaça à eleição

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02.10.2026

O apito de cachorro para a matilha fascista foi disparado ontem à noite de dentro dos estúdios da Rede Globo. A justificativa apresentada pela direção da emissora para o cancelamento do debate presidencial, uma suposta insegurança jurídica provocada pelas decisões judiciais que alteraram as regras acordadas, foi um dos primeiros e mais estridentes toques do apito. Entre essas decisões estava a determinação da ministra do TSE, Estela Aranha, que suspendeu a exibição do púlpito vazio destinado a representar a ausência de Lula e também impediu que os demais candidatos dirigissem perguntas ao presidente ausente.

Interessante constatar que, antes mesmo da nota da Globo, o maior interessado na armação da cadeira vazia, o candidato Flávio Bolsonaro, que havia confirmado presença, cancelou sua participação, alegando que houve “censura imposta ao evento pelo TSE”. Não demorou muito para que os outros candidatos também pusessem a boca nos apitos, atacando as decisões judiciais.

É justamente nesse ponto que a posição da Globo acaba se aproximando da estratégia política dos bolsonaristas. Ao transformar decisões judiciais em sinônimo de........

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