A dança como arte e voz potente do oceano
A dança como arte e voz potente do oceano
Desde menina, a dança faz parte da minha vida. Ainda no Rio de Janeiro, eu e minha irmã Eliane fizemos balé. Depois, mesmo deixando as aulas, cresci e segui dançando em todos os momentos da minha vida: nas festas de família; na proa do veleiro, no meio do oceano, sob a luz da lua e das estrelas; no meio de muita gente ou sozinha. Amo dançar! Kat também amava. Quando moramos em Ilhabela, ela fez aulas de balé e eu virei aquela mãe coruja, que se emociona ao assistir à filha, radiante de felicidade, brilhar no palco na apresentação de fim de ano.
Com a Voz dos Oceanos, essas lembranças afetivas ganharam ainda mais força e me lembraram de que a dança é, sim, uma forma de arte. E, como toda arte, é também uma voz potente de sensibilização, conscientização e mobilização.
Em 2023, quando iniciamos nosso robusto programa de educação ambiental junto a sete escolas públicas do Guarujá, também começamos a atuar com a comunidade e com organizações como o Instituto Arte em Movimento, liderado pela querida Ana Zucchi. Ali nasceu uma relação que, a cada dança, espetáculo e encontro, destaca a força da dança como voz na defesa dos oceanos.
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