Janela perde para 2025 e tem Paquetá como 2º reforço mais caro do planeta
Impulsionada por um investimento cada vez maior dos clubes brasileiros, com direito a sucessivas quebras de recorde, a janela de transferências de janeiro foi a segunda maior da história dos Mercados da Bola de início de ano.
O período de contratação de reforços, encerrado ontem nos seis principais mercados do planeta (Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha, França e Arábia Saudita), movimentou um total de 1,7 bilhão de euros (R$ 10,6 bilhões) em compras/vendas de direitos econômicos e empréstimos de jogadores.
A única janela de janeiro mais movimentada que a de 2026 foi a do ano passado. Na ocasião, o volume de negócios alcançou a histórica cifra de 2,3 bilhões de euros (R$ 14,3 bilhões).
Daniela Lima
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Vale lembrar que, mundialmente falando, esse mercado de começo de ano é bem menos intenso do que o de julho/agosto. É na virada da temporada que os clubes da elite europeia fazem seus maiores investimentos e promovem as reformulações de elenco. Em janeiro, as contratações costumam ser mais pontuais e econômicas.
Só que no Brasil, as coisas funcionam diferente. Como adota um calendário anual, de janeiro a dezembro, o futebol pentacampeão mundial costuma gastar com força já nesta primeira janela. E, desta vez, isso fez toda diferença.
Os clubes da Série A nacional gastaram 201,6 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão)........
