Mudança nos motores da F1 complica equipes e pode aumentar teto de gastos
Mudança nos motores da F1 complica equipes e pode aumentar teto de gastos
Em meio às reclamações dos pilotos com o novo regulamento da Fórmula 1, a categoria decidiu realizar mudanças já para a próxima temporada.
Para 2026, a F1 foi otimista e mais que triplicou a potência elétrica dos motores, fazendo com que a divisão de potência com o motor a combustão fosse 50/50. Resultado? As equipes vêm sofrendo para lidar com o a bateria elétrica, e os pilotos reclamaram que as corridas se tornaram artificiais.
Visando melhorar a situação, a F1 anunciou no final da semana passada que, já para 2027, os motores a combustão passarão a ter mais potência, ficando numa divisão de 60/40 com a energia elétrica. Essa medida, no entanto, mexe com o planejamento das equipes para o ano que vem. O principal problema pode ser no chassi, que já estava sendo desenvolvido, e agora terá que sofrer alterações para abrigar um tanque de combustível possivelmente maior, como explicou a colunista Julianne Cerasoli no Pole Position, programa do Canal UOL.
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