Adeus, Messi
Messi foi lamber as botas de um líder fascista. Messi, esse gênio com os pés e com a cintura, acaba de mostrar ao mundo seu real tamanho.
Como isso afeta seu peso histórico? Afeta de formas profundas e incontornáveis.
Messi foi confraternizar com um homem condenado por estupro e suspeito pela prática de pedofilia. Messi foi bajular um presidente que age como ditador. Messi foi paparicar o facínora que está criando campos de detenção aos moldes dos piores exemplos da história para manter imigrantes e pessoas não brancas vivendo em condições insalubres e privadas de direitos civis. Messi foi beijar as mãos de alguém que disse que mulheres devem ser agarradas pela vagina.
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Messi acabou. Acabou o ídolo. Acabou o gênio. Acabou o esportista. Acabou o homem. Assim como Cristiano Ronaldo, ele se prepara para a aposentadoria revelando quem é: apenas mais um homem minúsculo. Quem nasceu para Messi jamais será Maradona.
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