Racismo e violência policial no futebol são, sim, casos de Estado
Racismo e violência policial no futebol são, sim, casos de Estado
A palavra que mais ouvi ao longo da terça-feira foi "Conmebol". Também, pudera. Não tem planinho de marketing ou media training que salvem quem tem um presidente como Alejandro Domínguez, o Tarzan paraguaio.
Poderíamos perguntar para ele como se sentiria, como paraguaio, se cada vez que se sentasse a uma mesa de jantar lhe falassem que o relógio dele era falso. Ou o sapato. Ou o paletó de suposta grife. Sei lá se isso é o que mais ofende um paraguaio. Talvez falar das guerras perdidas, que dizimaram a população do país, ou então tirar um sarro do idioma guaraní. O ponto aqui é: que paralelo se pode fazer para um paraguaio branco, rico e poderoso entender que há um problema muito sério quando pessoas imitam macacos para ofender outras por sua cor de pele?
Mais valioso para compreender tudo do que a gafe de Domínguez foi o que disse o presidente do Peñarol uruguaio. Esse sim tocou o dedo na ferida e escancarou algo que venho falando há quase um ano. Existe um problema que não existia. Um problema de retaliações mútuas e que está escalando, virando uma tensão diplomática.
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