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Sequência de pesquisas expõe debilidade da estratégia de Lula

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25.03.2026

Sequência de pesquisas expõe debilidade da estratégia de Lula

Uma pesquisa isolada equivale a uma foto. Vistas em conjunto, uma série delas compõe um filme. No movimento captado pelo instituto AtlasIntel, Lula só piora, enquanto o adversário Flávio Bolsonaro avança.

Desde dezembro, quando sua candidatura presidencial foi lançada pelo pai, o nível das intenções de voto de Flávio subiu 10,8 pontos percentuais em cenários de primeiro turno. Soma 42% no melhor cenário. Lula, com 46%, continua à frente. Mas recuou dois pontos percentuais.

Num cenário de segundo turno, Lula e Flávio voltam a emparelhar num empate estatístico. Mas Lula permaneceu estagnado desde fevereiro. O filho de Bolsonaro ganhou um ponto percentual. Está agora numericamente à frente do rival petista: 47,6% a 46,6%.

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Todos os dados da pesquisa levam água para o monjolo da oposição. A taxa de rejeição de Lula é 5,9 pontos maior que a de Flávio. Há mais eleitor com medo da reeleição de Lula (47,4%) do que da eleição de Flávio (44,5%). O índice de reprovação do desempenho de Lula subiu 1,5 ponto, batendo em 53,5%. A desaprovação do governo cresceu dois pontos, chegando 54%. São sinais de mau agouro para um presidente que reivindica um quarto mandato.

As bolas quadradas que as pesquisas lançam na conjuntura rolam para o ministro do marketing Sidônio Palmeira. Ele vem dizendo que a coisa vai melhorar quando o povo perceber o muito que o governo fez. Como não há a possibilidade de trocar de povo, Lula talvez devesse considerar a hipótese de mudar a estratégia.

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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Dejaime Carlos de Oliveira

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