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PF mira irregularidades na Previdência do AM com aportes no Master

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06.03.2026

PF mira irregularidades na Previdência do AM com aportes no Master

A Polícia Federal (PF) cumpre hoje sete mandados de busca e apreensão para avançar numa investigação sobre irregularidades na Previdência do estado do Amazonas.

Entre as irregularidades estão aportes no Banco Master.

"As investigações apontam que cerca de R$ 390 milhões teriam sido aplicados em Letras Financeiras de instituições privadas em desacordo com normas de governança e regras federais aplicáveis aos investimentos de recursos previdenciários", diz a PF.

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A PF também encontrou indícios de irregularidades em procedimentos internos e transações suspeitas de envolvidos nos aportes.

Servidores que atuaram nos aportes foram afastados dos cargos.

A Amazonprev investiu ao menos R$ 50 milhões no Banco Master em junho de 2024, de acordo com o Relatório Anual de Investimentos de 2024.

A autarquia também aportou valores no C6 Bank. Nos dois casos, os aportes doam por meio de Letras Financeiras.

Na mira da PF, a previdência dos servidores amazonenses se junta às previdências do Rio de Janeiro e do Amapá como alvo de investigação no caso Master

Nos três estados esses órgãos estavam ligados a políticos do União Brasil. No Amazonas, o governador Wilson Lima é filiado ao partido.

É a terceira operação da PF que avança sobre previdências estaduais que mantiveram relação com o banco Master.

Além do Amazonas, são investigados aportes de cerca de R$ 1 bilhão da Rioprevidência e outros R$ 400 milhões da autarquia de previdência do Amapá, a Amprev.

No caso da RioPrevidência, o então presidente Deivis Marcon Antunes está preso após ser alvo da PF.

A suspeita é que ele tentou obstruir a investigação e ocultar informações dos investigadores.

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