Sydney Sweeney: o regresso à in-up?
O feminino está em grande – que disso não haja dúvidas. Na mesma semana tivemos os episódios de Joanna Wietrzyk e de Sydney Sweeney. A última, recorrendo à feliz descrição de Pedro Boucheirie Mendes, uma pin-up; a primeira, uma amazona (sem cavalo) do HYROX. Ambas projetaram controvérsia por diferentes motivos: a atriz norte-americana, acusada de sexismo e objetificação patriarcal e machista, sofreu à custa de um anúncio publicitário onde aparecia desnudada, somente envolta por adereços desportivos; a atleta australiana, vítima de incontinência fecal, ousou acabar a prova nesses preparos, acabando por ganhar a competição.
Falemos de pin-ups. Podemos apontar a II Guerra Mundial como o pináculo das pin-ups. Os soldados norte-americanos, longe das famílias e das mulheres amadas, concentravam o desejo nestas figuras femininas, pequenos posters que embelezavam os dormitórios e as casernas, bem como decoravam, pintados, a fuselagem dos aviões de combate (nose art). A mulher retratada, por meio fotográfico ou por ilustração, apresentava caraterísticas físicas e psicológicas muito vincadas, combinando na dose certa o erotismo e a inocência:........
