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Uma história manchada de sangue

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23.10.2026

O Brasil não suporta mais o pesadelo. 

Em apenas 48 horas, chegaremos à encruzilhada definitiva. 

No histórico 25 de outubro de 2026 não estaremos apenas escolhendo um presidente. 

Estaremos, sim, decidindo se o Brasil sobrevive como uma democracia ou se capitula diante da barbárie. 

De um lado, a tentativa de Lula de consolidar a reconstrução do país que o pai Jair Bolsonaro destruiu. 

Do outro, a ameaça existencial personificada pelo filho de Jair, Flávio Bolsonaro, herdeiro político de um projeto de poder construído sobre uma base de violência, corrupção, milícias e desprezo absoluto pela vida humana e pelo Estado Democrático de Direito. 

Flávio e a sombra dos milicianos 

A trajetória de Flávio não é apenas questionável. 

Ela é, nas palavras do editorial “Flávio e a sombra dos milicianos”, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, um risco alarmante para a própria República. 

O editorial escancara uma realidade que não pode ser ignorada. Uma eventual vitória do senador Flávio, filho de Jair, pode elevar, ao topo do poder federal, integrantes ou pessoas profundamente ligadas às milícias cariocas. 

O jornal documentou que, em 2023, uma assessora de Flávio negociou pessoalmente com o miliciano Robson Calixto, o “Peixe” o repasse de R$ 200 mil em emendas parlamentares. 

“Peixe” foi condenado pelo STF a nove anos de prisão por integrar organização criminosa armada no âmbito das investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, atuando como elo e assessor próximo dos mandantes, os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão. 

O vínculo é profundo, antigo e inegável. 

Não estamos falando de ilações, mas de fatos que demonstram a convivência histórica de Flávio com o submundo do crime. 

Em nome do pai, vote no filho 

Flávio Bolsonaro se apresenta como o........

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