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Da privatização da Nova SBE à nova eleição do reitor

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O mandato do actual reitor da Universidade Nova de Lisboa (UNL), Paulo Pereira, iniciado em Outubro de 2025, tem sido marcado pela polémica em torno do despacho de 30/01/2026, que impõe a identificação das unidades orgânicas da UNL em língua portuguesa. Alguns apresentaram a medida como uma investida da reitoria contra a sua filha mais virtuosa, a Nova SBE. A tese é frágil: exigir um nome oficial em português não destrói a marca Nova SBE, já que admite versões bilingues e dispensa a forma portuguesa nos logótipos. O braço-de-ferro entre o reitor e Pedro Santa Clara, professor da Nova SBE, não nasceu, porém, de uma questão nominal. Na origem está um choque de mundividências antigo na UNL, e a dramatização em torno do despacho sugere que uma das partes pode já desejar a ruptura.


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