Para sempre
Quando penso no João Canijo cineasta, penso em exigência e em intransigência. Penso naquele com quem ele começou a trabalhar, aos 22 anos, como ele, do Porto, e que desde Francisca (filme em que, em 1980, o João começou a trabalhar no cinema) ficou como sua referência maior — Manoel de Oliveira — a quem, na antestreia de Sapatos Pretos, no Porto, com o seu inigualável tom malicioso, disse: "Gostei muito. Mas os seus........
