Alunos diferentes, escolas iguais
Os resultados do PISA [1] (Programme for International Students Assessment) mostram que há um recuo generalizado de muitos países da OCDE e em que a Europa não fica nada bem na fotografia, à exceção do Reino Unido e da Estónia.
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A trajetória portuguesa é preocupante, porque recuámos cerca de 20 anos e esta quebra acontece tanto em escolas públicas, como nas privadas. Há um aumento de jovens que não atinge o nível mínimo de proficiência e, apesar de os alunos de origens socioeconómicas mais frágeis serem aqueles que mais ficam para trás, os resultados dos mais favorecidos é francamente desanimador. Parece que a escola, em vez de estar a elevar as potencialidades de cada um, está a arrastar os alunos todos para baixo.
Quando pensamos que este resultado pode ficar a dever-se à falta de investimento na educação, esse argumento treme quando vemos o Luxemburgo, que é um dos países que mais investe na educação, ser ultrapassado por países como a Itália e........
