O que revela o ceticismo em relação à IA
Nas economias mais avançadas do mundo do ponto de vista tecnológico, uma parte significativa dos trabalhadores de escritório identifica-se como cética em relação à Inteligência Artificial, enquanto nos mercados emergentes esse número é substancialmente inferior. Os líderes empresariais que descartam esta diferença como uma questão meramente cultural, ou como um fenómeno isolado, estão a interpretar erradamente um dos sinais mais úteis que têm à sua disposição.
O Índice de IA 2026 de Stanford apresenta resultados muito importantes face a este tema: a confiança na IA e o seu uso consistente ultrapassaram os 80% em mercados como a Índia, ao passo que, nos Estados Unidos, ambos os indicadores se situaram perto dos 50%.
O que devemos ter em atenção é que o fosso de otimismo entre mercados emergentes e economias desenvolvidas é mais profundo do que pensamos. Um estudo da KPMG concluiu que, para os trabalhadores dos mercados emergentes, a IA funciona como um instrumento de ascensão profissional, de maior igualdade e de........
