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Não escrevo código, mas também construo tecnologia

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Há muitos anos, percebi que uma linha de forecast nunca é só uma linha de forecast. Pode ser uma contratação que avança, um projeto que fica em pausa, uma equipa que será reforçada ou uma decisão difícil que obriga uma organização a olhar para a realidade antes de olhar para o próximo slide estratégico.

Finance não está à margem da tecnologia, está no centro da sua capacidade de crescer.

A inteligência artificial tornou esta conversa urgente. Hoje, a tecnologia lê documentos, cruza dados, automatiza tarefas, identifica padrões e devolve respostas em segundos. Mas obriga-nos a uma pergunta mais difícil: quando a máquina executa cada vez mais, qual passa a ser o nosso verdadeiro valor?

Para mim, a resposta está no contexto.

A inteligência artificial não sabe, sem contexto estratégico, se uma contratação deve acontecer agora, se um investimento tem retorno, se uma poupança protege margem ou destrói capacidade crítica seis meses depois. Pode sugerir uma resposta, mas não conhece a história. Não conhece as pessoas por trás da linha de headcount. Não substitui julgamento.........

© Observador