A luta da pessoa com deficiência é de todos
“A gente que tem filho com deficiência sabe que terá que cuidar dele para sempre. Não vou vê-lo andando, trabalhando... Por que não fazer algo para melhorar o mundo, então?” A fala é da servidora pública Juliana Alcântara, de 42 anos, mãe de Gael, de 6. Ela contou a O TEMPO algumas das dificuldades para se locomover pela capital mineira, onde mora com o filho, que tem rigidez muscular nas pernas e em outras partes do corpo devido à paralisia cerebral.
Quando Juliana fala em melhorar o mundo, se refere a uma atitude que passou a adotar há dois anos, de denunciar à........
