O destino e a escolha
Nunca uma véspera de eleição acumulou tantas tragédias institucionais e morais como agora. Parece que o destino está testando o brasileiro. Nascemos em berço esplêndido, dádiva da natureza, e cabe-nos perguntar se merecemos. Agora parece ser o teste. Acumulam-se desvios morais, legais e institucionais. Estaremos à altura de resolvê-los com as nossas decisões, nossas escolhas nas urnas? Começou com o Supremo e terminou com o Supremo. Foi quando o STF frustrou a esperança de que a Lava Jato iria representar o fim da impunidade e início de uma era de moralidade, legalidade, impessoalidade, publicidade e eficiência, princípios estabelecidos no art. 37 da Constituição. Mas Fachin e o Supremo de Gilmar e Toffoli acabaram com o sonho. Hoje acumulam-se os frutos podres daquela atitude, a poucos dias da oportunidade de mudar ou continuar.
Três pessoas que não estão no Supremo são........
