A história do Grupo FBRC, que transformou festas em ativos de comunidade
Vamos começar com uma reflexão simples. Se eu te perguntasse hoje qual é o ativo mais valioso de uma empresa, o que você diria?Há não muito tempo, uma boa resposta padrão de mercado apontaria para patentes complexas ou, no universo da tecnologia, para os famosos “códigos-fonte”. A propriedade intelectual técnica era a grande muralha de proteção e a principal percepção de valor de um negócio.
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Mas o tempo é um fluxo contínuo de adaptação. Com a inteligência artificial remodelando
conceitos de forma acelerada, a criação e a replicação de linhas de programação tornaram-se commodities. O que antes era um diferencial intransponível, agora, em muitos casos, é apenas uma etapa de produção automatizada.
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Toda essa transformação nos obrigou a rever e a reposicionar nossa atenção. Se a tecnologia pela tecnologia já não segura o mesmo peso solitário no balanço patrimonial intangível de uma empresa, para onde o valor migrou?A resposta parece estar no fator mais ancestral da humanidade: as relações.
Estamos vivendo a era dos “ativos de comunidades”.
Nos mais diversos setores, as empresas estão virando seus canhões para tentar entender essa dinâmica. Construir movimentos se tornou a bola da vez, mesmo que muitos conselhos de administração ainda não saibam definir muito bem o significado prático desse conceito.
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A Fábrica de pertencimento
Mas é exatamente........
