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Cássia Kis, bebês e minorias clamam por Chapolin Colorado

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12.05.2026

Desde 2014, ficamos órfãos da genialidade de Roberto Bolaños. A versatilidade e sagacidade de suas obras eram tamanhas que passaram a chamá-lo de Chespirito, forma diminutiva e castelhanizada do vocábulo Shakespeare, em uma clara alusão ao autor inglês.

Em um de seus mais famosos personagens, sempre que alguém estava em apuros, bastava exclamar: “E agora, quem poderá me defender?”. Imediatamente, munido de sua marreta biônica e com suas antenas de vinil, surgia nosso herói dizendo suas clássicas frases: “Eu, o Chapolin Colorado! Não contavam com a minha astúcia!”.

Pois bem. No último dia 24 de abril, Cássia Kis entrou em um banheiro feminino em um shopping no Rio de Janeiro e questionou a presença de uma pessoa transexual que estava utilizando aquelas instalações.

Em razão de sua defesa do espaço como exclusivamente para mulheres, um grupo que representa a comunidade LGBT acionou a Justiça, e a atriz terá que responder civil e criminalmente por seu comportamento.

Esse caso traz à tona algo que já era esperado há muito tempo e que não vem recebendo o devido cuidado de nossas instituições: o........

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