Muito obrigado, Marcelo
Este é um pequeno texto sobre os últimos dez anos. É possível que esteja escrito dominado pela subjetividade da proximidade que fui tendo com Marcelo Rebelo de Sousa. Tentei que assim não fosse.
No fim de um mandato, é altura de, sobre o mesmo, fazer um juízo. O meu é muito positivo. Por três grandes razões: proximidade, institucionalismo e estabilidade.
Começo pela proximidade. O Presidente da República que foi igual a si próprio. É o português que melhor conhece o seu país. Assim é porque gosta genuinamente de Portugal. Porque acompanha, até nos afetos, a sua modernidade, daí o epíteto “Presidente das selfies”. E sobretudo porque o faz de forma genuína. Nunca precisou de fazer um esforço para estar com as pessoas. Tanto gosta de uma conversa, como de um passeio em que cumprimenta todos os que encontra, como de uma ação de voluntariado, ou de ver um jogo de um qualquer desporto. Alguns diziam que era excessivo, a........
