Crime, castigo e as relações perigosas de ministros do STF no caso Master
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“Raskólnikov, de lábios desmaiados, olhar fixo, aproximou-se devagar, aproximou-se até junto da mesa dele, apoiou uma das mãos sobre ela, quis dizer alguma coisa e não pôde; apenas se ouviram alguns sons incoerentes.
Vorcaro arrasta ministros do STF para o centro do escândalo do Master
— O senhor está maldisposto: uma cadeira! Aqui... sente-se nesta cadeira, sente-se. Água!Raskólhnikov deixou-se cair na cadeira, mas sem afastar os olhos da cara desagradavelmente surpreendida de Iliá Pietróvitch. Olharam-se um ao outro por um momento e ficaram à espera. Trouxeram a água.— É que eu... — começou Raskólnikov.
Raskólhnikov desviou a água com a mão e, devagar, mas distintamente, disse:
— É que fui eu quem matou aquela velha viúva de um funcionário e a sua irmã Lisavieta, com uma machadada, para roubá-la.Iliá Pietróvitch abriu a boca. De todos os lados acudiu gente. Raskólnikov repetiu a sua declaração...”
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O protagonista do romance “Crime e castigo” (Nova Cultural), de Fiódor Dostoiévski, é o ex-estudante pobre Rodion Raskólnikov. Em São Petersburgo, movido por uma teoria de que seria um homem superior, ele assassina uma velha agiota e a irmã dela. Em seguida, passa a sofrer de intensa angústia mental, delírios e profunda culpa psicológica. O........
