Ceuta e “a Ucrânia” do antigo reino de Portugal
Setenta mil jovens marroquinos invadem a cidade espanhola de Ceuta). Os milhares da vanguarda, chegaram a nado. E quando a desordem ficou completa, a maioria entrou tranquilamente a pé, pelos portões. Cheios de “amor” pela Espanha e pelo resto da Europa, muitos deles vestiam camisolas de clubes europeus; mas boa parte deles exibia-se à frente das câmaras de televisão como conquistadores, arrogantes, “donos disto tudo”. Combinaram através dos telemóveis. E o “reino de Marrocos” fechou os olhos. Porque, claro, a prazo ambiciona mesmo recuperar os enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla; até porque os ingleses do recém-demitido Starmer, em Junho também abriram as fronteiras do britânico Gibraltar à entrada livre de espanhóis. E porque Madrid também não reconhece a anexação do Sahara Ocidental por Marrocos. E porque Marrocos está com ciúmes da Argélia, pela “amizade” crescente desta com a Madrid socialista. E porque Rabat vê, na exportação dos seus jovens desordeiros (alguns deles, já traficantes…) e desempregados, um modo de resolver problemas internos. Além disso também, o VOX continua a não passar dos 15% em Espanha; e em Ceuta o governante actual é o judeu Vivas,........
