Chainho, Metallica e a falta de mestres
A morte de António Chainho, ontem, aos 88 anos, é mais do que o desaparecimento de um dos maiores músicos portugueses, que abraçou uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente que se estendeu por seis décadas. É também a perda de um “mestre”, no caso da guitarra portuguesa, que não só inspirou centenas de homens e mulheres a dedilharem a 12 cordas deste instrumento, como teve um papel ativo no ensino, puro e duro, dessa arte. Um bom exemplo dessa faceta de António Chainho é a Escola Municipal da Guitarra Portuguesa de Santiago do Cacém, concelho de onde era natural o compositor, que tem portas abertas desde 2005 – foi o mentor do projeto e deu aulas.
Perder “mestres” é sempre uma péssima notícia, para mais num país onde tanta........
