A diplomacia pode agora resolver a guerra no Irão
A tradicional sensatez e pragmatismo chineses salvaram, por agora, a situação de guerra vivida no Irão. Ao perceber que o ultimato de Trump iria fazer escalar, perigosamente, a tensão bélica que se vive no Médio Oriente a China pressionou Teerão para que aceitasse uma trégua que vai ter a duração de duas semanas. Uma proposta que tem a assinatura do Paquistão e do Egipto.
Naturalmente que esta posição chinesa coincide com os naturais interesses de Pequim, que não quer que o mundo vire um caos económico por via do encerramento do Estreito de Ormuz. É a globalização que estava em causa e à qual a China pode agradecer o grau de desenvolvimento económico que vive actualmente. A posição chinesa expressa a inacreditável realidade de que o respeito pela ordem mundial e pelo equilíbrio entre as nações começa a estar do lado da China e não dos Estados Unidos que, com Trump, tem feito tábua rasa das convenções internacionais.
O que vai estar em........
