“Dilúvios”
O mau tempo arruinou a pintura de um punhado de ministros do governo nacional. Bom, alguns já chegaram ao limiar das tempestades com a alma encomendada ou, para melhor dizer, justo é que se precise que terão mesmo começado funções um tanto ao trôpego, ao sonolento, dentro talvez do que Montenegro quisesse, para que não brilhando, não fizessem sombra, ficando todo o pecado de omissão coberto pela fatalidade da maioria de que a coligação não disponha para avançar com coisa clara e bem feita.
É mesmo muito ministro fora da caixa! Será uma epidemia? Haverá tratamento? Afinarão após convalescença? Ou será que de ministros só têm mesmo a fatuidade, crescendo a inépcia a olhos vistos, porque a reprovação do senhor ministro ou da senhora ministra não equivalha a chumbo em exame para que tivessem preparado metade da matéria e lhes tivessem saído perguntas da outra metade. Não! A sensação que fica é que nem pela metade se agarraram às sebentas e, pior, que nem por cábula lá........
