Com altos e baixos no caso Master, Mendonça é ministro gangorra
Com altos e baixos no caso Master, Mendonça é ministro gangorra
A atuação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça na relatoria do caso Master, analisando suas decisões e manifestações, tem altos e baixos.
O problema é que nenhum magistrado, seja juiz de primeiro grau ou supremo ministro, pode ser gangorra.
Perante a opinião pública, Mendonça está em alta, com a imagem de imparcialidade e de não privilegiar ninguém. Não é bem assim.
Juca KfouriAndrés Sanchez, enfim, expulso do Corinthians
Andrés Sanchez, enfim, expulso do Corinthians
CasagrandeAndrés expulso. Faltam Augusto Melo e Duílio
Andrés expulso. Faltam Augusto Melo e Duílio
João Paulo CharleauxLula acerta ao condenar tentativa boliviana de golpe
Lula acerta ao condenar tentativa boliviana de golpe
Amanda KleinCaso Dark Horse não ajuda Lula nem derruba Flávio
Caso Dark Horse não ajuda Lula nem derruba Flávio
Ao suceder o suspeitíssimo Dias Toffoli, Mendonça logrou passar para a sociedade brasileira a certeza de que a Justiça voltaria a cumprir o seu papel de "não deixar impunes os crimes e de não punir inocentes".
O ministro recolocou o trem no trilho, como se diz no popular. A Polícia Federal recuperou a legitimação para apurar, que lhe foi, arbitrariamente, subtraída por Toffoli.
Toffoli quis se colocar em panos de juiz de instrução, de juiz apurador, figura que não é admitida no nosso sistema constitucional. Nele, o juiz é só sujeito processual, imparcial. Não é parte no processo, ou seja, não atua como acusador nem no polo reservado ao réu.
Quando existirem suspeitos com foro por prerrogativa de função (foro privilegiado), o relator tem atribuição de fiscalizar o inquérito para impedir abusos e violações a garantias constitucionais.
Ao assumir a relatoria, Mendonça verificou que Daniel........
