Ciência vira arte em exposição na Casa Vozes do Oceano

Ciência é estudo, análise, investigação, dúvida, resposta, prevenção, regeneração, conhecimento… E é também arte. Entre 5 e 22 de novembro, ela esteve presente em cada ambiente da exposição imersiva da Casa Vozes do Oceano e foi emocionante ver pessoas de todas as idades fascinadas com o poder do conhecimento científico.

Se na primeira edição da exposição Voz dos Oceanos, em São Paulo, contamos com os monitores da IO Júnior da USP, em Belém conseguimos ampliar ainda mais essa rede e modelo de colaboração. Meses antes da COP30, quando a Casa das Onze Janelas já estava definida como o espaço que abrigaria a Casa Vozes do Oceano, iniciamos a parceria inspiradora com a UFPA (Universidade Federal do Pará), liderada pelo professor da Faculdade de Oceanografia, José Eduardo Martinelli Filho, com o apoio do reitor Gilmar Pereira da Silva.

Embora interativa, nossa exposição se abriu ainda mais para a cultura oceânica que pulsa na UFPA e para os saberes da Amazônia. Como o próprio professor Martinelli destacou para a nossa equipe, a parceria trouxe elementos dos mares amazônicos, que são um pouco diferentes do mar caribenho, por exemplo. Ao invés de ser dominado por corais, na região, tem muito mais rodolitos e esponjas. E assim destacamos os três: corais, esponjas e rodolitos.

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