Agora é a vez dos homens |
Diretora do Instituto Gerar de Psicanálise, autora de “Manifesto Antimaternalista” e “Felicidade Ordinária”. É doutora em psicologia pela USP
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É senso comum a necessidade de denunciarmos a obscenidade dos discursos redpill e incel. Do cara que não sai com mulher que não "faz a unha" aos que defendem que a "traidora" merece morrer, o chorume é infindável e se baseia na mesma premissa: o mimimi de quem não aceita ser tratado como igual, pois se lambuzou na promessa de que ser homem bastaria.
O problema é que bater na tecla do misógino escancarado tem produzido uma sombra sobre outros comportamentos, mais difíceis de serem reconhecidos pelos próprios homens. Os caras ruins já conhecemos, vomitam suas pragas à direita e à esquerda. Mas a pauta hoje é "onde estão os homens bons"? Queremos saber onde estão aqueles que se dizem não machistas........