Nova pirâmide alimentar dos EUA causa barulho, mas muda algo para o Brasil?

Os Estados Unidos lançaram o novo guia alimentar para os anos de 2025 a 2030. Mas afinal, como isso vai impactar a nossa vida aqui no Brasil?

As mudanças deste novo guia foram feitas com base em alguns dados preocupantes: segundo eles, cerca de 50% da população está pré-diabética ou já tem o diagnóstico de diabetes, e 75% apresenta alguma doença crônica. O curioso é que eles resgataram a pirâmide alimentar de 1992, que já estava em desuso.

Afinal, o último guia, vigente entre 2020 e 2025, se baseava no modelo do prato, conhecido como MyPlate.

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O MyPlate, para quem não conhece, consistia em metade do prato composta por frutas, legumes e verduras, e a outra metade preenchida por grãos integrais e proteínas, sempre respeitando a rotatividade dos alimentos.

Além disso, leites e derivados eram indicados, preferencialmente, nas versões com teor reduzido de gordura ou sem gordura.

Por isso, todo esse burburinho de que eles revolucionaram a forma como olhamos para a comida não é bem verdade.

Outro ponto importante é que essas novas diretrizes foram pensadas principalmente para uma população que já apresenta alguma doença crônica.

No topo da nova pirâmide estão as proteínas e leguminosas, o leite e seus derivados, além das gorduras consideradas boas, vindas do azeite, abacate, sementes e castanhas.

Ao lado, com a mesma importância, aparecem frutas, legumes, verduras, leguminosas e raízes. Sim, as leguminosas aparecem dos dois lados, junto com as proteínas animais eles colocaram o feijão e junto com os vegetais eles........

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