Danilo Marcelino: 'Naná pode revolucionar o tênis mais do que Bia Haddad' |
Danilo Marcelino: 'Naná pode revolucionar o tênis mais do que Bia Haddad'
Era para ser uma entrevista só sobre torneios femininos no Brasil, já que o atual calendário do site da Federação Internacional de Tênis (ITF) ainda não mostra nenhum evento no país em 2026, mas virou um papo sobre muito mais - como costuma ser sempre que sento com Danilo Marcelino para falar sobre qualquer coisa relacionada ao tênis.
Foi o que fizemos nesta semana, na Sociedade Hípica de Campinas. O ex-top 100 e atual diretor do Challenger mais longevo do Brasil (e de todos torneios organizados pelo Instituto Sports) deu um bom panorama sobre o cenário de torneios femininos no Brasil, lembrou do peso de Beatriz Haddad Maia e reservou palavras importantes sobre Nauhany Silva, de 16 anos.
A jovem acaba de vencer suas quatro partidas pelo Zonal das Ameericas na Billie Jean King Cup, ajudando o Brasil a se classificar para os playoffs de novembro, onde será possível lutar para voltar à primeira divisão do tênis feminino mundial. Marcelino acredita que o impacto de Naná sobre a modalidade no país pode ser ainda maior do que o de Bia, comparando o "pacote Naná" com tudo que faz João Fonseca ser tão atraente para o público, e consequentemente, patrocinadores (leia mais sobre o Efeito Fonseca neste especial do UOL Prime).
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