Cantora paraguaia acusada de chefiar tráfico vira ré por uso de nome falso |
A Justiça Federal aceitou denúncia contra a cantora paraguaia Sônia Sayara, 53, acusada de usar documentos falsos para disfarçar sua verdadeira identidade e seu envolvimento com uma quadrilha internacional especializada em trazer grandes carregamentos de maconha e cocaína do Paraguai para o Brasil.
De acordo com as investigações, Sônia é a chefe da organização criminosa ao lado marido, José Roberto Lima, o Tiquinho. Eles teriam assumido o comando após a morte do irmão da cantora, o político Carlos Rubén Sanchez Garcete, o Chicharõ, assassinado em agosto de 2021 na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil. Dez homens invadiram a sua casa e o mataram a tiros de fuzis.
A cantora, cujo nome verdadeiro é Nélida Sônia Sanchez Garcete, foi presa em maio do ano passado em sua casa em Mogi Guaçu (SP), durante a operação Tango Down. Sônia Sayara é seu nome artístico, mas, na ocasião, ela se apresentou à polícia com um terceiro nome, Sayara Gomes Dutra. Segundo a denúncia, ela portava uma CNH com esse nome, obtida no Detran do Mato Grosso do Sul. Um rifle, com número de série inexistente, foi encontrado na casa.
Sakamoto
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