Minha maior meta para 2026 é beber o mundo, uma garrafa de cada vez |
Defini para mim uma meta curiosa em 2026: provar vinhos de países que eu nem imaginava serem produtores. Sim, o mundo do vinho vai muito além do Mediterrâneo — muito além mesmo. Da África ao Oriente Médio, passando pela Ásia, o mapa vínico é bem mais amplo do que costuma supor a vã enologia (a minha!).
É claro que França, Itália, Espanha e outros países do Velho Mundo foram fundamentais para construir a reputação da bebida ao redor do globo. Mais tarde, o chamado Novo Mundo mostrou que também era capaz de elaborar vinhos de grande qualidade; alguns deles, inclusive, reconhecidos entre os mais premiados do setor.
Até o Brasil, tradicionalmente associado à produção do Sul do país, vem surpreendendo com rótulos que surgem das montanhas da Mantiqueira à Chapada Diamantina, ampliando (e muito) o imaginário do vinho nacional.
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Mas uma das minhas metas do ano é ser tão desbravador com os vinhos como sou com pratos e receitas. Como um jornalista que tem a sorte de viajar pelo mundo para comer (e beber), a ideia é vencer minha ignorância vínica e jogar um tipo de War com uma taça nas mãos.
Essa empreitada começou em 2025, na verdade. Em uma viagem a Varsóvia, fui a uma feira de vinhos onde provei alguns rótulos poloneses muito interessantes.
Entre vinhos naturais e mais convencionais, descobri que, embora a Polônia não seja........