Com Copa chegando, Champions desenterra opção para setor aberto da seleção |
Com Copa chegando, Champions desenterra opção para setor aberto da seleção
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Para Gabriel Sara, superar o mata-mata contra a Juventus e avançar na Liga dos Campeões da Europa representa bem mais do que colocar o Galatasaray entre os 16 melhores times da temporada.
"Escondido" no futebol da Turquia, um país cuja liga não é lá muito acompanhada por torcedores e jornalistas brasileiros, o meia revelado pelo São Paulo tem na Champions sua melhor chance de impressionar Carlo Ancelotti e conquistar uma vaga de última hora na Copa do Mundo-2026.
Sem nenhuma convocação no currículo, o jogador de 26 anos mal era tratado como candidato a defender a seleção até a grande atuação nos primeiros 90 minutos do playoff contra a Juventus, na semana passada.
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No 5 a 2 aplicado pelo Galatasaray em Istambul, o brasileiro fez de tudo. Marcou pela primeira vez na competição interclubes número um do planeta e deu uma assistência também inédita na competição.
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Classificação e jogos
Para completar, saiu de campo com a nota 9,6 na avaliação do "Sofascore", plataforma que mede o desempenho dos jogadores a partir das estatísticas do que eles produzem dentro das quatro linhas, a segunda mais alta de toda a rodada de ida dos playoffs da Champions.
Graças à atuação de gala de Sara, os turcos podem perder por até dois gols de diferença para a Juventus no confronto de volta, hoje, a partir das 17h (de Brasília), para ficar com a vaga nas oitavas de final e com o direito de enfrentar Liverpool ou Tottenham na sequência do torneio.
O possível confronto com uma equipe poderosa da Inglaterra (especialmente se os "Reds" forem o rival) aumentaria ainda mais os holofotes do meia revelado pelo São Paulo, que está na Turquia há um ano e meio e já soma oito gols e 13 assistências pelo clube.
Caso mantenha o alto nível na Champions e conquiste uma vaga na seleção, Sara pode ajudar a resolver algumas das preocupações de Ancelotti para a Copa.
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O jogador do Galatasaray é um híbrido de segundo homem de meio-campo e camisa 10, algo semelhante com Lucas Paquetá (Flamengo) e Andreas Pereira (Palmeiras), posições que ainda não estão 100% resolvidas para o técnico italiano.
É verdade que Bruno Guimarães é titular absoluto na faixa de transição entre volante e armador. Mas não há reservas imediatos tão indiscutíveis assim -Andrey Santos (Chelsea) e o próprio Paquetá estiveram na última convocação.
Quanto ao posto de principal criador de jogadas, o famoso "camisa 10", Ancelotti tem optado por escalar jogadores originalmente de ataque na função, como Matheus Cunha (Manchester United) e Raphinha (Barcelona). Neymar (Santos) também é uma possibilidade, mas ainda falta uma opção menos agressiva e de maior controle de posse de bola.
A seleção já tem confirmados três amistosos preparatórios para o Mundial. Na Data Fifa de março, enfrenta França e Croácia. Depois, já às vésperas da estreia, no dia 6 de junho, encara o Egito.
Há ainda um quarto jogo em planejamento, contra o Panamá, no Maracanã. Esse compromisso, no entanto, ainda não foi confirmado pela CBF.
O Brasil está no Grupo C da Copa e iniciará a corrida pelo hexa frente a Marrocos, em 13 de junho. Haiti e Escócia serão os outros adversários na fase de classificação. As três partidas estão marcadas para os Estados Unidos.
O Mundial-2026 será o mais grandioso já realizado. Pela primeira vez na história, terá jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, EUA e México.
Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 dos últimos sete Mundiais), jogadores inscritos (a tendência é que passem de 1.200) e partidas disputadas (104).
O pontapé inicial do torneio está marcado para 11 de junho e será dado no estádio Azteca, na Cidade do México, com a partida entre a seleção da casa e a África do Sul. A final será nos EUA, em Nova Jérsei, no dia 19 de julho.
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