'Intruso' na ponta e um toque de caos: o que esperar do GP da Itália |
'Intruso' na ponta e um toque de caos: o que esperar do GP da Itália
Mesmo antes de Pierre Gasly fazer sua primeira pole position da carreira, com a Alpine, a expectativa para o GP da Itália já era de uma prova diferente das últimas edições. Se, por um lado, a configuração atual do motor da Fórmula 1 significa que as velocidades máximas atingidas são mais baixas e os carros não conseguem ganhar muita velocidade ao longo das retas simplesmente porque não têm bateria suficiente para isso, por outro os carros estarão tão no limite da energia elétrica que isso pode abrir a corrida.
E, com Gasly em primeiro, ainda mais com uma Alpine que costuma largar muito bem, a promessa de primeiras voltas caóticas é ainda maior, porque ele pode segurar o favorito George Russell, da Mercedes, que larga em segundo, na prova que começa às 10h da manhã deste domingo (6), pelo horário de Brasília.
Pouca energia = "caos"
Quando um piloto está a menos de um segundo do rival, ele tem mais energia disponível para atacar, dentro da regra do modo ultrapassagem. Porém, em pistas em que é difícil recuperar a energia, isso pode deixá-lo exposto depois da manobra. Isso gera o que ficou conhecido como "corrida iô-iô", com um piloto passando o outro.
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