Como guerra no Irã pode afetar etanol na gasolina e diesel no Brasil

Como guerra no Irã pode afetar etanol na gasolina e diesel no Brasil

A disparada do diesel em março, em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, trouxe de volta uma discussão que o Brasil conhece bem, mas que está longe de ser consenso: até que ponto aumentar o uso de biocombustíveis pode proteger o país de crises externas?

Os números mostram onde está o problema. Em março, o diesel subiu mais de 12% nos postos brasileiros na comparação com fevereiro, segundo a Edenred Mobilidade, chegando a R$ 7,01. No mesmo período, a gasolina avançou 3,4% e o etanol, apenas 1,2% - com preços médios de R$ 6,67 e R$ 4,83, respectivamente.

A diferença não é trivial. Ela indica que o impacto da alta do petróleo, pressionado pela guerra, recai principalmente sobre o diesel, combustível mais ligado ao mercado internacional e base da logística do país.

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Etanol volta ao centro, mas não resolve sozinho

Diante da volatilidade do petróleo, o governo voltou a acelerar estudos para ampliar a participação de biocombustíveis na matriz. Hoje, a gasolina já leva 30% de etanol, percentual definido pelo Conselho Nacional de Política Energética.

Antes da adoção do E30, o Ministério de Minas e Energia encomendou ao Instituto Mauá de Tecnologia uma bateria........

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