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Bolsonaro e a leitura na cadeia: um desafio árduo para os livros

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16.01.2026

Poderia chegar aqui e lembrar quando Jair Bolsonaro deu chilique e mentiu a respeito de um livro no Jornal Nacional, durante a campanha de 2018. Poderia resgatar o episódio patético em que o então presidente reclamou que livros didáticos tinham "um montão, um amontoado? muita coisa escrita".

Seria razoável que eu resgatasse alguns episódios de seu governo. A perseguição sistemática à literatura, inclusive com um papo esquisito e infundado de que livro seria coisa de rico. É a classe C que mais lê e consome livros no Brasil, aponta a edição mais recente da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.

Outro caminho válido: lembrar dos muitos episódios em que Bolsonaro explicitou seu desprezo pela leitura. Não negava apenas as notícias dos jornais ou as tramas dos romances, mas até mesmo aquilo que deveria ser inerente à função que exercia. Como assim ler decretos com mais de 20 páginas?

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