Venezuela: quando um país perde o direito de decidir o próprio futuro

Multiempreendedora e fundadora do Natalia Beauty Group

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O mundo voltou os olhos para a Venezuela nesta semana depois de uma operação militar liderada pelos Estados Unidos. A notícia correu rápido, acompanhada de reações previsíveis: indignação de uns, silêncio estratégico de outros, discursos inflamados sobre soberania. Mas, passada a espuma do noticiário, talvez a pergunta mais importante não seja quem interveio, e sim por que um país chega ao ponto de precisar ser discutido nesses termos.

A Venezuela não se tornou símbolo de crise por acaso. Foi uma construção lenta, quase imperceptível para quem vivia o dia a dia, sustentada por discursos que prometiam proteção, igualdade e controle em nome do bem coletivo. O preço veio em parcelas: