Beto Louco e Primo continuaram faturando após Carbono Oculto, aponta MP-SP

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Uma operação deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo no final de maio mostrou que dois empresários investigados por lavagem de dinheiro, sonegação e fraude fiscal continuaram faturando mesmo após serem alvos da Operação Carbono Oculto no ano passado.

O UOL teve acesso ao pedido do MP-SP que deu origem à investigação.

A atividade continuou com uma rede de postos de combustíveis GGX Global.

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Ela era controlada por Mohamad Hussein Mourad, conhecido como Primo, e Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, apontados como líderes da organização criminosa investigada pelo MP-SP.

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