Trump, o papa e a dissonância cristã |
Trump, o papa e a dissonância cristã
Em menos de quinze dias, os temas religiosos entraram com força no debate político e tem impactado o cenário eleitoral brasileiro. O caso mais recente ganhou repercussão na última segunda (20), quando a imagem de um soldado israelense esmagando a cabeça de uma estátua de Jesus em Debel, no sul do Líbano, se espalhou nas redes.
O episódio se soma a uma postagem de Donald Trump, em sua própria rede social, de uma foto, produzida por inteligência artificial, em que aparece retratado como Jesus. Além disso, houve a troca de farpas entre a Casa Branca e o papa americano, Leão XIV. A sequência toca em um ponto de conexão entre evangélicos e católicos brasileiros à pauta trumpista e expõe contradições que o bolsonarismo terá dificuldade de blindar em 2026.
Segundo os dados da Palver, que analisa em tempo real mais de 100 mil grupos públicos de Whatsapp e Telegram, o tema tem se mantido em patamar elevado. Considerando as mensagens trocadas nos últimos 15 dias sobre essas questões de política e religião, 70% se concentram no embate de Trump com o papa, 29% na imagem de IA em que o presidente dos Estados Unidos aparece como Jesus, e o caso do soldado israelense já responde por 5%, com curva ascendente nos últimos três dias. O pico foi em 13 de abril, dia seguinte ao ataque de Trump ao pontífice.
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