Você ainda investiria na TV paga? Dona da CNBC aposta que sim (e tropeça) |
Você investiria em um negócio de televisão por assinatura em pleno 2026? Pois é nisso que uma nova empresa, a Versant Media Group, aposta. Spoiler: em seu primeiro dia como companhia pública, nesta semana, o empreendimento já começou a naufragar — mas ainda pode ser cedo para tirar conclusões.
A Versant surgiu a partir da divisão de TV por assinatura da NBCUniversal e reúne canais como USA Network, Syfy, E!, CNBC e MSNBC — este último recentemente rebatizado como MS Now. A nova corporação também inclui ativos digitais como a Fandango, voltada à venda de ingressos de cinema, e o Rotten Tomatoes, plataforma dedicada à agregação de críticas. No mercado brasileiro, o canal Times Brasil opera como licenciado da CNBC, mas pertence a um grupo local.
A Comcast, controladora do conglomerado da NBCUniversal, decidiu realizar esse spin-off (cisão) do negócio ao avaliar que o segmento, em queda global, vinha pressionando negativamente a percepção de investidores sobre suas ações e outras iniciativas.
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Antes da separação, o balanço indicava cerca de US$ 7,1 bilhões (R$ 38,7 bi) em receita e US$ 842 milhões (R$ 4,5 bi) de lucro líquido em nove meses de 2025. Segundo analistas, a empresa tem margens operacionais relativamente altas e geração de caixa positivo, com estimativas de fluxo de caixa livre robusto.
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Contudo, a Versant já nasce sob pressão — e vem sendo pejorativamente chamada em discussões no mercado de "shitco". Afinal, há dúvidas se estes números poderão se manter nos próximos anos.
É que,........