Fim de 'Stranger Things': o sucesso que mudou a Netflix quase não existiu |
Hoje, 25, estreiam os penúltimos episódio da quinta — e última — temporada de "Stranger Things", um dos maiores sucessos já lançados pela Netflix, capaz de atrair milhões de espectadores e movimentar muito dinheiro em licenciamento. Mas e se eu te contar que essa série quase não existiu? Pelo menos não do jeito que conhecemos hoje.
No fim de fevereiro de 2016, ainda como editor do site Judão, visitei o set onde ocorriam as gravações finais da primeira temporada. Foi ali que os irmãos Matt e Ross Duffer revelaram que, ainda na pré-produção, foram pressionados a eliminar justamente aquilo que hoje reconhecemos como o coração do programa: as crianças.
Naquele momento, era evidente que ninguém ali imaginava que a série se tornaria um sucesso global — muito menos que veríamos o orçamento crescer exponencialmente nos anos seguintes.
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Para você ter uma ideia, aquela primeira temporada custou cerca de US$ 6 milhões (R$ 24 milhões, na cotação da época) por episódio — algo em torno de US$ 48 milhões no total, ou R$ 192 milhões. Já o quinto ano, segundo a Puck, teria saído por estimados US$ 50 a 60 milhões por episódio (R$ 277-332 milhões, em valores atuais), elevando o custo total para algo entre US$ 400 milhões e US$ 480 milhões (R$ 2,2 e 2,66 bilhões).
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Ou seja: a temporada final de "Stranger Things" teria custado cerca de US$ 100 milhões (R$ 554 milhões) a mais do que o blockbuster "Vingadores: Ultimato".
Em Atlanta, na Geórgia, há quase dez anos, o clima nas filmagens da primeira leva de episódios........