Um clássico tão esquisito quanto delirante e emocionante
Um clássico tão esquisito quanto delirante e emocionante
Palmeiras e Santos fizeram um clássico pouco previsível na noite de sábado. O Palmeiras entrou como favorito diante de sua torcida. O Santos, com problemas para chegar a São Paulo, entrou atrasado. A esquisitice já começou no hino nacional: só arbitragem e Palmeiras no gramado e o Santos ainda no vestiário. No começo do jogo, Brazão passou mal, vomitou, ameaçou pedir substituição mas conseguiu seguir. Na sequência, o Santos, sem Neymar, jogou tudo o que podia jogar respeitando o que disse Cuca antes da partida: "o que posso dizer é que jogaremos bem. Já o resultado a gente não pode controlar".
Rollheiser foi protagonista, Gabigol foi esforçado, Brazão fez um milagre em chute de Arias e o time inteiro se dedicou a marcar sob pressão, recuperar logo a bola e contra-atacar. Fez seu gol ainda no primeiro tempo e, no começo do segundo, continuou bastante superior.
O Palmeiras, depois do gol,........
