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Dois gols em quatro minutos. Assim começou o jogo entre São Paulo e Cruzeiro no Morumbi. Em pouco tempo, o time da casa abriu dois gols e seguiu atacando. Parecia que seria uma noite de alegria e goleada. O recém-chegado Artur, jogando com requintes de meia, achava seus passes (o segundo gol nasceu assim) e o Cruzeiro dava pinta de estar perdido. A torcida gostava do que via: ofensividade, dribles, alegria.

Intervalo. O Cruzeiro voltou a fim de a empatar, e o São Paulo a fim de deixar.

O jogo era aberto e bem disputado. O Cruzeiro fez seu gol aos dois minutos do segundo tempo e agora era o São Paulo que indicava estar perdido. A impressão era a de que o empate era uma questão de tempo. Mas pouco antes dos 20 minutos Ferreirinha fez o terceiro, em escanteio batido por Artur. Três a um. O Cruzeiro sentiu o golpe e o São Paulo cresceu de novo.

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Ferreirinha bem aberto pela esquerda, Calleri pelo meio, Bobadilla flutuando e aparecendo pela direita, Luciano e Artur mais recuados mas igualmente livres para cair pelos lados, Marcos Antonio com a categoria de sempre no apoio e na marcação. Um São Paulo ofensivo, usando bastante os lados e que não sentiu o peso dos desfalques defensivos. Artur, Marcos Antonio e Ferreirinha comandaram a vitória diante de quase 40 mil pessoas. Aos 46 do segundo tempo, Ferreirinha rompeu em contra-ataque e fez um golaço, seu terceiro no jogo e o quarto do São Paulo.

Do lado de lá, um time cheio de craques que não conseguem jogar juntos. Duzentos milhões de reais em contratações depois, a Raposa continua derrapando. Melhorou com a saída de Tite, tem momentos de exuberância, mas o time parece inseguro.

Roger Machado consegue um justo respiro para executar seu trabalho e deixar o time com a sua cara. Artur caiu bem nesse elenco e parece estar em casa. Contra o Cruzeiro, o São Paulo foi grandão. Jogou para mostrar que tem futebol para seguir no topo da tabela.

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