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De promessa a estrela: como o mundo vê João Fonseca em 2026

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É jornalista e vive em Londres. Cobriu sete Olimpíadas, duas Copas e Champions. Mestre e professora de jornalismo esportivo na St Mary’s University

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Para João Fonseca, este Australian Open será bem diferente daquele que passou.

Há um ano, o brasileiro chegou ao torneio como um novato de 18 anos, 145° do mundo, teve que disputar três partidas do "quali" para chegar à chave principal —incluindo a vitória sobre Andrey Rublev, que foi seu cartão de visitas no circuito. Teve uma ascensão meteórica, subiu 115 posições no ranking, conquistou dois títulos de ATP, encantou o mundo do tênis. Agora, em 30º, será cabeça de chave em um Grand Slam pela primeira vez.

O início de temporada só não é melhor porque ele tem sofrido com dores nas costas, inclusive abrindo mão dos ATPs de Brisbane e Adelaide. Mas, até o momento em que escrevo esta coluna, o brasileiro estreia contra o norte-americano Eliot Spizzirri, 89º do ranking, no torneio........

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